sejam benvindos e... sejam compassivos ;)! merci <3

31st Aug 2021

o último dos moicaninhos

[10:27] aos 30 dias de agosto de 2021, você, o último dos moicaninhos, o último da dinastia de 6 yorks muito amados partiu. uma dinastia que se iniciou no seio...

14th Nov 2013

eu e o medo do novo

eu e o sr. gumpa saímos em férias em outubro. foi por isso que tudo ficou silencioso por aqui. bem, mais ou menos por isso… é que depois das férias,...

28th Aug 2013

sobre a compaixão

eu não podia imaginar que chegaria até onde cheguei há 8 anos atrás, quando deixei para trás uma vida de suposta segurança financeira para me aventurar no mundo desconhecido do...

26th Aug 2013

prelúdio da separação
(mas sempre juntos de alguma maneira)

querido matias, você viu como eu já estou ousada? é apenas a quarta carta que eu escrevo para você e já me aventuro a te chamar de “querido”. espero que...

19th Aug 2013

carneirolês

ô, matias… acho que você não entendeu nada do final da minha última carta né? afinal, “beijos de pai et” e “resperar” são palavras assim… enigmáticas… e eu te daria...

12th Aug 2013

um cardigã

oi, matias! acho que estou um pouco menos tímida desta vez… sua mãe me contou que você tem feito muitos progressos e que com certeza você gostaria de brincar comigo...

02nd Aug 2013

minha primeira carta a matias

matias, não sei bem como começar esta carta. olho para o papel em branco e me vem um torvelinho de palavras, imagens, sensações e sentimentos. mas ao mesmo tempo, nada...

26th Apr 2013

a tentativa de contar o que eu não consegui falar…

para y. naquele dia, ao dividir coÿsas tão íntimas, vi as lágrimas no rebordo de seus olhos e quis te abraçar, te aconchegar, dizer que você tinha feito a coisa...

05th Apr 2013

minha melhor amiga e um bolo de cenoura

[foto por coca] quando eu vim para são paulo para estudar (i.e. fazer faculdade), encontrei uma amiga maravilhosa, que me acolheu em sua casa e em seu coração. seu nome...

28th Mar 2013

kari-furawa

fico desconcertada como, às vezes, murakami fala tão diretamente a mim. essa passagem de sumirê, em “minha querida sputinik” é quase uma cópia-carbono de mim mesma. e especialmente na alvorada...

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